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Foto: Reprodução Facebook Patrícia Acioli tinha 47 anos e foi morta quando chegava em sua casa, em Niterói O titular da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Ettore, afirmou na tarde desta sexta-feira (12) que a juíza Patrícia Acioli, assassinada na noite de ontem, levou 21 tiros. Segundo ele, a maioria dos disparos atingiu a cabeça e o pescoço da magistrada. Os assassinos, de acordo com o delegado, usaram pistolas calibres 40 e 45. Ettore disse ainda que já foram ouvidas dez pessoas sobre o caso, entre vizinhos e o companheiro da juíza, o PM Marcelo Poubel de Araújo. O conteúdo dos depoimentos não foi divulgado. O delegado não deu mais detalhes sobre a investigação. "Ainda estamos buscando o mandante da execução", finalizou. Leia também:A juíza, que era conhecida por sua linha-dura contra PMs envolvidos em crimes, foi morta quando chegava em casa, no bairro de Piratininga, em Niterói. Horas antes de morrer, ela, que comandava a 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça, em São Gonçalo, decretou a prisão preventiva de oito PMs acusados de um homicídio. |
O blogger politicandocomangelaalcantara mostra que a política deve ser a arte de negociar e não de negociatas. É negociar a favor do povo e não de si próprio... Essa é a palavra de ordem. Mexer a cabeça, refrescar as ideias e fazer acontecer. Esse é o princípio da política, a pura. Mas é também o da vida. Aliás, a vida é essencialmente política. Se você compactua com essas ideias seja seguidor, prometo boas leituras e vídeos. Vamos ....
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