![]() Alexa Hamm, moradora de Homeland, quatro horas ao norte de Miami, guarda os jornais do dia 11 de setembro |
Os habitantes de Homeland, pequena cidade no Estado americano da Flórida, estão preocupados com a possibilidade de um novo atentado com a proximidade do aniversário de 10 anos do 11 de setembro. Apesar do pequeno município de 335 habitantes e apenas uma dúzia de ruas - muitas delas não pavimentadas - não aparentar ser um alvo terrorista em potencial, a população também teme novos ataques. Homeland (que na tradução livre significa Pátria) tornou-se um chavão dois meses após o atentado em uma nação que luta para se manter segura de novas ameaças. Distante 80 km da Disney World e a quatro horas de Miami, o município é conhecido como a maior jazida de fosfato do país. Lá, encontra-se apenas um posto de gasolina, uma unidade de correios e um açougue. Os moradores entendem que a pequena localidade não seria um alvo interessante para as células terroristas, mas sua postura reflete um pensamento comum nos Estados Unidos na última década: a perda da confiança. Desde então, o entendimento é de que se "houve um ataque, isso pode acontecer novamente a qualquer momento". Os moradores não gostam de falar sobre as ameaças da violência em massa na cidade. Mas o momento é outro. "Homeland é muito bonita no meio do nada e o natural seria pensar que tudo está a salvo", diz Gary Hacking, que trabalha no parque da cidade. No entanto, segundo ele, "até aqui existe uma sensação desconfortável". Homeland, como muitas cidades do interior, não está acostumada com shoppings e arranha-céus como grande parte da Flórida. Os moradores gostam de sentar em frente à varanda de suas casas, debaixo de ávores de carvalho, para se refrescar no verão e aproveitar a tranquilidade da paisagem. Lesse Tucker, 49 anos, trabalhava em uma mina de fosfato em 11 de setembro de 2001 quando soube dá notícia de que aviões haviam se chocado contra o World Trade Center, em Nova York. "Nossa segurança era frouxa. Como deixaram fazer isso ao nosso povo?", indaga-se até hoje. Steve Tregear, 55 anos, proprietário de uma empresa de construção, é pessimista sobre o futuro do país, especialmente depois de uma década muito ruim, que ele relaciona ao 11/9 como marco inicial. "As coisas mudaram desde então em Homeland. Economicamente, socialmente, politicamente", afirmou. |
O blogger politicandocomangelaalcantara mostra que a política deve ser a arte de negociar e não de negociatas. É negociar a favor do povo e não de si próprio... Essa é a palavra de ordem. Mexer a cabeça, refrescar as ideias e fazer acontecer. Esse é o princípio da política, a pura. Mas é também o da vida. Aliás, a vida é essencialmente política. Se você compactua com essas ideias seja seguidor, prometo boas leituras e vídeos. Vamos ....
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